terça-feira, 10 de março de 2009

Eterna Gratidão

A você que me estendeu a mão,
que ouviu o meu grito,
que veio ao meu auxilio,
minha eterna gratidão.
Aos amigos temos sempre algo
a agradecer.
Que Jesus os ampare!
Hoje eu vim falar para você
que tratou-me com frieza,
que retirou a mão quando poderia me auxiliar,
que se negou a ajudar-me.
Você meu irmão que agiu de maneira
tão egoista, eu agradeço.
Agindo assim você me fez buscar o caminho das
minhas realizações.
Que Deus te abençoe!!!

Gerson dos Santos

Para pensar...

"Semeia o bem e colherás a paz,
Cultiva o trabalho e colherás a fartura,
Cultiva o silêncio e encontrarás a sabedoria,
Plante o entendimento e eliminarás a discórdia,
Difunde a luz e espalharás a verdade,
Semeia o amor e alcançaras a felicidade!"

segunda-feira, 9 de março de 2009

"Nos aprendemos a voar como os pássaros,

a nadar como os peixes,

Mas não aprendemos a conviver como irmãos!"

Você é um Professor digital?

Um professor digital é aquele que possui habilidades para fazer um bom uso do computadores para ele mesmo e, por extensão, é capaz de usá-lo de forma produtiva com seus alunos.

As “habilidades” que listarei a seguir podem ser discutíveis e em número limitado. Arrisco-me, no entanto, a afirmar que quantas mais forem as habilidades possuídas, mais perto se chegará do perfil de um professor digital. Vejamos:

1. Possuir um endereço de e-mail e utilizá-lo pelo menos duas vezes por semana (o ideal seria fazê-lo diariamente);

2. Possuir um blog, um site ou uma página atualizável na Internet onde regularmente se produz, socializa e se confronta seu conhecimento com outras pessoas;

3. Participar ativamente de um ou mais “grupos de discussão”, fórum ou comunidade virtual ligada à sua atividade educacional;

4. Possuir algum programa de troca de mensagens on-line, como o MSN, com, no mínimo, dois colegas de profissão em sua “lista de contatos” e usá-lo para fins profissionais pelo menos uma vez por semana, em média;

5. Assinar algum periódico on-line (mesmo que gratuito) sobre notícias e novidades relacionadas à educação ou à sua disciplina específica, e lê-lo regularmente;

6. Preparar rotineiramente provas, resumos, tabelas, roteiros e materiais didáticos diversos usando um processador de textos (como o Word, por exemplo), uma planilha eletrônica (como o Excel) ou um programa de apresentações multimídia (como o PowerPoint);

7. Fazer pesquisa na Internet regularmente com vistas à preparação de suas aulas (no mínimo) e, preferencialmente, manter um banco de dados de sites úteis para sua disciplina e para a educação em geral. Melhor ainda seria compartilhar esse banco de dados com colegas e alunos;

8. Preparar pelo menos uma aula por bimestre sobre um tema de sua disciplina onde os alunos usarão os computadores e a Sala de Informática de forma produtiva e não apenas para “matar o tempo”;

9. Manter contato com o computador por, pelo menos, uma hora diária, em média;

10. Manter-se atento para as novas possibilidades de uso pedagógico das novas tecnologias que surgem continuamente e tentar implementar novas metodologias em suas aulas.

Note que na lista acima não foi incluída em nenhum item a necessidade de se “possuir um computador”, porque de fato não é preciso possuir algum para ser um professor digital, ou mesmo para incluir-se digitalmente. No entanto, muitos professores que conheço possuem computadores e acesso à Internet, mas não chegam a ter nem três das dez habilidades listadas acima.

As habilidades acima envolvem o “fazer”, o agir, a inclusão efetiva do professor no mundo digital. Nenhuma oficina de capacitação ou curso de computação, por si só, traz nenhuma das habilidades acima, pois todas elas demandam o “uso regular do computador e da Internet”.

Aproveite e faça você mesmo o teste para medir o quanto você se enquadra no perfil do professor digital. Some um ponto para cada item dessa lista que se aplicar a você. Caso você some mais que cinco pontos, já pode se considerar como parte da vanguarda dos professores digitais.

domingo, 8 de março de 2009

Bullying: brincadeiras que fere


Ameaças, agressões, humilhações... a escola pode se tornar um verdadeiro inferno para crianças que sofrem nas mãos de seus próprios colegas, ainda mais nos dias de hoje, em que a internet pode potencializar os efeitos devastadores do bullying. Você sabe o que é isso? Onde e como ele ocorre?

Por: Rafael Argemon
Colaboraram: Beatriz Rizek e José Alves

Você já ouviu falar de bullying? O termo em inglês pode causar estranhamento a muita gente, mas as atitudes agressivas intencionais e repetitivas que ridicularizam, agridem e humilham pessoas – tão comum entre crianças e jovens – é muito familiar a todos. A palavra inglesa 'bully' significa valentão, brigão. Atos como empurrar, bater, colocar apelidos ofensivos, fazer gestos ameaçadores, humilhar, rejeitar e até mesmo ameaçar sexualmente um colega dentro de uma relação desigual de poder, seja por idade, desenvolvimento físico ou relações com o grupo são classificados como bullying. O problema pode ocorrer em qualquer ambiente social – em casa, no clube, no local de trabalho etc –, mas é na escola que se manifesta com mais freqüência.

O primeiro a relacionar a palavra ao fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega. Ao pesquisar as tendências suicidas entre adolescentes, Olweus descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, bullying era um mal a combater.

Be-a-Bá do bullying*

O que é:

Bullying é um conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos que são adotados por um ou mais alunos contra outros colegas, sem motivação evidente. Em princípio, pode parecer uma simples brincadeira, mas não deve ser visto desta forma. A agressão moral, verbal e até corporal sofrida pelos alunos provoca dor, angústia e sofrimento na vítima da "brincadeira", que pode entrar em depressão.

As principais formas de maus-tratos:


Físico (bater, chutar, beliscar).
Verbal (apelidar, xingar, zoar).
Moral (difamar, caluniar, discriminar).
Sexual (abusar, assediar, insinuar).
Psicológico (intimidar, ameaçar, perseguir).
Material (furtar, roubar, destroçar pertences).
Virtual (zoar, discriminar, difamar, por meio da internet e celular).

Sinais de que seu filho é vítima bullying

Apresenta com freqüência desculpas para faltar às aulas ou indisposições como dores de cabeça, de estômago, diarréias, vômitos antes de ir à escola.
Pede para mudar de sala ou de escola, sem apresentar movitos convincentes
Apresenta desmotivação com os estudos, queda do rendimento escolar e dificuldades de concentração e aprendizagem.
Volta da escola irritado ou triste, machucado, com as roupas ou materiais sujos ou danificados.
Apresenta aspecto contrariado, deprimido, aflito, ou tem medo de voltar sozinho da escola.
Possui dificuldades de relacionar-se com os colegas e fazer amizades.
Vive isolado em seu mundo e não querer contato com outras pessoas que não façam parte da família.

O que fazer se o seu filho é vítima

Observe qualquer mudança no comportamento.
Estimule para que fale sobre o seu dia-a-dia na escola.
Não culpe a criança pela vitimização sofrida.
Transforme o seu lar num local de refúgio e segurança.
Ajude a criança a expressar-se com segurança e confiança.
Valorize os aspectos positivos da criança e converse sobre suas dificuldades pessoais e escolares.
Procure ajuda psicológica e de profissionais especializados.

Sinais de que seu filho pratica bullying.

Apresenta distanciamento e falta de adaptação aos objetivos escolares.
Volta da escola com ar de superioridade, exteriorizando ou tentando impor sua autoridade sobre alguém.
Apresenta aspecto e/ou atitudes irritadiças, mostrando-se intolerante frente a qualquer situação ou aos diferentes aspectos das pessoas.
Costuma resolver seus problemas, valendo-se da sua força física e/ou psicológica.
Apresenta atitude hostil, desafiante e agressiva com os irmãos e pais, podendo chegar a ponto de atemorizá-los sem levar em conta a idade ou a diferença de força física.
Porta objetos ou dinheiro sem justificar sua origem.
Apresenta habilidades em sair-se de "situações difíceis".

O que fazer se o seu filho pratica bullying

Observe atentamente o comportamento e os sentimentos expressos pela criança.
Mantenha tranqüilidade e calma. Converse, objetivando encontrar os motivos que o levam a agir desta maneira.
Reflita sobre o modelo educativo que você está oferecendo ao seu filho.
Evite bater ou aplicar castigos demasiadamente severos. Isso só poderá promover raiva e ressentimentos. Procure profissionais que possam auxiliá-lo a lidar com esse tipo de comportamento.
Dê segurança e amor.
Incentive a mudança de atitudes. Um bom começo é pedir desculpas e deixar a vítima em paz.
Não ignore o fato ou ache desculpas para as suas atitudes. Lembre-se que com o tempo esse comportamento pode conduzir a uma vida delituosa e infeliz.
Procure a direção da escola ou ajuda de um conselho tutelar.
Participe de projetos solidários propostos pela escola e incentive seu filho a participar.

*Fonte: Centro Multiprofissional de Estudos e Orientação Sobre o Bullying Escolar (CEMEOBES).
Dicas para reduzir o Bullying dentro das escolas:

Desde o primeiro dia de aula, avisem aos alunos que não será tolerado Bullying nas dependências da escola. Todos devem se comprometer com isso: não o praticando e avisando à direção sempre que ocorrer um fato dessa natureza.

Promovam debates sobre Bullying nas classes, fazendo com que o assunto seja bastante divulgado e assimilado pelos alunos.

Estimulem os estudantes a fazerem pesquisas sobre o tema na escola, para saber o que alunos, professores e funcionários pensam sobre o Bullying e como acham que se deve lidar com esse assunto.

Convoquem assembléias, promovam reuniões ou fixem cartazes, para que os resultados da pesquisa possam ser apresentados a todos os alunos.

Facultem a oportunidade de que os próprios alunos criem regras de disciplina para suas próprias classes. Essas regras, depois, devem ser comparadas com as regras gerais da escola, para que não haja incoerências.

Da mesma maneira, permitam que os alunos busquem soluções capazes de modificar o comportamento e o ambiente.

Sempre que ocorrer alguma situação de Bullying, procurem lidar com ela diretamente, investigando os fatos, conversando com autores e alvos. Quando ocorrerem situações relacionadas a uma causa específica, tentem trabalhar objetivamente essa questão, talvez por meio de algum projeto que aborde o tema. Evitem, no entanto, focalizar alguma criança em particular.

Nos casos de ocorrência de Bullying, conversem com os alunos envolvidos e digam-lhes que seus pais serão chamados para que tomem ciência do ocorrido e participem junto com a escola da busca de soluções.

Interfiram diretamente nos grupos, sempre que isso for necessário para quebrar a dinâmica de Bullying. Façam os alunos se sentarem em lugares previamente indicados, mantendo afastados possíveis autores de Bullying, de seus alvos.

Conversem com a turma sobre o assunto, discutindo sobre a necessidade de se respeitarem as diferenças de cada um. Reflita com eles sobre como deveria ser uma escola onde todos se sentissem felizes, seguros e respeitados.
*Fonte: Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção a Infância e a Adolescência (ABRAPIA).

sábado, 7 de março de 2009

8 de Março

PRECE DAS MULHERES

Deus, eu peço sabedoria para entender meu homem,
Amor para perdoa-lo,
Paciência pelos seus atos.
Porque Deus, se eu pedir força eu bato nele até mata-lo.



REFLEXÃO

Mire-se neste espelho, veja-se nele!
Gosto de mim. Sorrio!
Aprecio a vida.
Digo aos entes queridos que os amo.
Perdôo sinceramente.
Cresço cada dia.
Dou toques positivos às pessoas.
Aprecio as coisas belas.
Trabalho com entusiasmo.
Contribuo com idéias.
Ajudo aos que desejam ser ajudados.
Tenho um tempo para mim mesmo
e para os outros.
Compartilho os meus bens materiais
e os meus bens espirituais.
Acredito em mim e faço as coisas que
gosto de fazer.
Tenho fé.
Aprendo sempre.
Conforto os amigos. Dou um abraço.
Cometo erros e aprendo com eles.
Peço perdão.
Faço alguém feliz... Sou feliz...
Para você que terminou de ler um beijinho.

Só os inteligentes conseguem ler

Vamos tentar decifrar... Leia o texto com seus alunos.

3M um d14 d3 v3r40, 3574v4 n4 pr414, o853rv4ndo du45 cr14nç45 8r1nc4ndo n4
4r314.3l45 tr484lh4v4m mu17o con57ru1ndo um c4573lo d3 4r314,com 7orr35,
p4554r3l45 3 p4554g3ns 1n73rn45.
Qu4ndo 3575v4m qu453 4c484ndo, v31o um4 ond4 3 d357ru1u 7udo, r3duz1ndo o
c4573lo 4 um mon73 d3 4r314 3 35pum4. 4ch31 qu3, 45 cr14nç45 c41r14m no
choro. Qu3 n4d4, corr3r4m p3l4 pr414, fug1ndo d4 4gu4 r1ndo d3 m4o5 d4d45, 3
com3ç4r4m 4 con57ru1r ou7ro c4573lo.
Compr33nd1 qu3 h4v14 4pr3nd1do um4 gr4nd3 l1ç4o: "G4574mo5 mu17o 73mpo
d4 no554 v1d4 con57ru1ndo 4lgum4 co154 3 m415 c3do ou m415 74rd3, um4 ond4
pód3r4 v1r 3 d357ru1r 7udo o qu3 l3v4mo5 74n7o 73mpo p4r4 con57ru1r.
M45 qu4ndo 155o 4cont3c3r 5om3n73 4qu3l3 qu3 73m 45 m4o5 d3 4lgu3m p4r4
53gur4r, 53r4 c4p42 d3 5orr1r!
5o o qu3 p3m4n3c3 3 4 4m124d3, o 4mor 3 o c4r1nho, o r357o 3 f317o 4r314.
Parabéns para você que conseguiu ler!!!
Se não conseguiu... Tente novamente.